Do Desejo à realidade…vai apenas um passo

Do Desejo à realidade…vai apenas um passo
As promessas que ficaram no ar, por pagar, foram-se acentuando pelo msn, ao telefone, e pessoalmente…ao final do dia, era normal acabarmos numa esplanada a beber chocolate quente, pois o clima invernoso assim recomendava…chegou o fim de semana e com ele, a certeza de uma nova noite em boa (excelente) companhia, voltámos a encontrar-nos no mesmo local da primeira vez…Ela estava linda, o cabelo bem escovado, cuidado, preto, tão brilhante que tinha nuances de azul, de saia justa, uma blusa que lhe elogiava a parte superior do tronco, e de meias de liga (só descobri depois) com os sapatos de salto alto…já não perguntava-mos um ao outro se queria dançar…ao fim de uma hora de estarmos ali, e ao som de uma tarraxinha, ela diz-me…-se continuar a dançar contigo, vou-te comer aqui mesmo…e beijou-me…
-Queres ir para minha casa???
-Claro! -não deixámos nada por acabar?
Então, uma “dor” súbita de cabeça avassalou-a (e lá teve de ir levar a nossa amiga a casa)
eu, por minha vez fui tratar do espaço, Luz, Cor, Som, Acção…ahahahaha

Ela chegou sensivelmente quinze minutos depois de mim, tocou e eu abri…não dissemos palavra, as línguas ficaram demasiado ocupadas para que fosse possível, despi-a e ela fez-me o mesmo, lentamente, como se de um ritual de acasalamento se tratasse…evolve-mo-nos a quatro braços, dos beijos no pescoço passei aos seios, perdi-me nos mamilos e fui descendo com suaves toques de língua, descendo, qual judeu a caminho da terra prometida, as mãos dela começaram a pressionar-me o tronco, os sons sem nexo começaram a sobrepor-se à música que saía do tecto do quarto…-isso come-se tudo!!! disse ela…e eu fiz-lhe a vontade, demorei-me, não dei conta do tempo, e quando dei por mim, estava eu no lugar dela e ela no meu…a sua boca levava-me à loucura, ao chegar ao meu pénis perdeu-se por lá, tanto tempo que eu próprio não me reconheci…era bom demais o que estava a sentir, ainda tentei que ela parasse, antecipando que não iria aguentar por muito mais tempo, a minha mente deixou de controlar os espasmos, o corpo reagia sozinho, desobedecendo ao cérebro…parando apenas quando o mel do meu sémen escorria pelos cantos da boca e pelo dorso do pénis que começava a ficar flácido…repousámos o tempo suficiente…ela repousou na janela enquanto fumava um cigarro, eu por minha vez afoguei-me num red bull…no quarto a música em modo “repeat” deixava antever a continuidade do acto, voltámos, a novidade dos corpos e a excitação criada pela demora da conquista, não exigiam o repouso de outras lutas…estávamos de volta, desta vez apenas nos perdemos nos preliminares o tempo suficiente até à consumação do acto, eu estava nela, e ela não fazia nada para disfarçar o seu prazer, trocámos de posições, penetrei-a com quanta força e vontade tinha, sentia a pele das costas a rasgar à passagem das suas unhas…começámos a prometer-se um ao outro, ela pede-me…-deixa-me saborear-te mais uma vez, acabámos por optar por uma fórmula matemática em que seis somado a nove não são igual a quinze…eu explodi, e não muito depois ela presenteou-me com a única coisa que nenhuma outra mulher tinha feito comigo até então…um “Squirt” (verdade), até então só em filmes tinha assistido, não gostei da sensação inicialmente…era estranho, uma mulher ter um orgasmo assim…

Adormecemos, na esperança de esta ter sido apenas a primeira dança numa sala só para nós…

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